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Desempenho do frango (vivo e abatido) na 11ª semana de 2019

Décima primeira do ano e terceira do mês, a semana entre os dias 10 e 16 de março (seis dias de negócios para o frango vivo; cinco dias para o abatido) continuou sendo pródiga para ambos os produtos.

No período, o frango vivo (base: preço ao produtor, no interior de São Paulo) – que já havia obtido dois reajustes de cinco centavos cada na semana anterior – voltou a obter dois novos reajustes no mesmo valor e, cotado a R$3,20/kg, encerrou a semana com um incremento de 3,23% em relação ao fechamento da segunda semana e de 6,67% em comparação ao preço do início do mês.

Coincidência ou não, a valorização do frango abatido (base: produto resfriado comercializado no Grande Atacado da cidade de São Paulo) apresentou índices de evolução muitíssimo próximos: de 3,39% de uma semana para outra; e de 7,3% em relação ao preço alcançado no início do mês.

Com as médias mensais até agora registradas (R$3,09/kg o frango vivo; R$3,16/kg o abatido), este último acumula incremento mensal de 1,71%, enquanto para o frango vivo o aumento chega a 5,10%. Já na variação anual o ganho maior (quase 50% a mais) é do frango abatido, visto que a variação acumulada pela ave viva está em 30,93%.

Analisados os gráficos abaixo, observa-se que nas últimas semanas frango vivo e abatido vêm apresentando comportamento muito similar. A única diferença, não visível a olho nu, é que, aos valores atuais, o preço do frango abatido registra diferença de quase 35% em relação ao vivo. Um ano atrás essa diferença foi pouco superior a 18%.

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