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Desempenho do frango (vivo e abatido) na 18ª semana de 2019

Entremeada pelo feriado de 1º de maio, a 18ª semana de 2019 (28 de abril a 4 de maio) não apresentou novidades quer para o frango vivo quer para o abatido. Ou seja: mesmo iniciado novo período, o comportamento típico de todo final de mês manteve-se inalterado, sem, ainda, dar sinais de expansão das negociações.

Para o frango vivo, isso significou estabilidade e continuidade do preço vindo desde meados de abril passado. Assim, a cotação então alcançada – R$3,60/kg – completou na última sexta-feira exatas três semanas de vigência. Mas esse valor – recorde nominal na história do frango vivo – corre o risco de sofrer alteração no decorrer desta semana.

Neste caso, o recorde pode ser superado. Pois, mesmo com o recente final de mês, os fundamentos do mercado não se alteraram e as negociações permaneceram em terreno firme. Assim, levando em conta que no próximo final de semana estará sendo comemorado o Dia das Mães e que isso deve aumentar o nível de demanda do produto, a possibilidade de um novo reajuste se torna muito próxima.

Naturalmente, isso vai depender do comportamento do frango abatido. Mas levando em conta que ainda no final de abril o produto obteve leve reajuste, mantendo-o até o final da semana passada, está claro que na presente semana (quando a massa salarial chega ao mercado) obterá novos e significativos ajustes.

Por ora, porém, um e outro produto vêm obtendo desempenho ímpar. E não apenas pela recuperação de preços, mas também porque o custo de produção permanece decrescente.

A propósito, tome-se como base o poder de compra do frango em relação ao milho. Um ano atrás, nesta mesma época, tanto o frango vivo como o abatido adquiriam pouco mais de 60% do volume adquirido neste instante. Hoje, por sinal, o frango registra o maior poder de compra dos últimos quatro anos e meio.

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